Monday, January 23, 2006

Peogeot 907

O primeiro destaque do ano surge aqui, com o Peugeot 907, um modelo que surge como o de sigla mais “elevada” na família da marca do Leão, e que deixa os amantes dos automóveis a sonhar com o dia em que o possam ter nas mãos. E a verdade é que este protótipo para um Coupé Grande Turismo justifica inteiramente o nome, algo com que, por certo, concordará comigo depois de conhecer um pouco mais da realidade deste “Rei Leão”.
Para a concepção do 907, os engenheiros e estilistas do construtor francês deram asas à sua imaginação e procuraram não ter limites, fazendo surgir um automóvel com sinais claros do ADN da Peugeot – o conjunto óptico frontal rasgado ao estilo da marca, bem como a larga “boca” de entrada de ar para refrigeração do motor, à imagem, para maior, do que já conhecemos do 407.
Luxuoso pela escolha dos materiais que o revestem, este Coupé é também fortemente desportivo, de raça, escultural e muito expressivo, quer pelo seu estilo, quer pela nobreza da motorização que o equipa. Com dois lugares, futurista e inovador mas, ao mesmo tempo, clássico, o 907 transporta no seu interior uma jóia apresentada pelos responsáveis da marca como “um dos mais belos sonhos mecânicos”, o poderoso motor V12, que dá a sensação de estarmos perante um monolugar da F1, oferecendo, em simultâneo, uma importante cilindrada e uma nobre arquitectura, num encontro ao mais alto nível entre a alta tecnologia e a tradição da marca Peugeot.
Foi concebido para aproveitar muito de uma grande visibilidade, O tejadilho e o pára-brisas formam uma única peça, inteiramente vidrada, em continuidade com o óculo traseiro. Nos guarda-lamas frontais, e nos pilares de custódia, surgem desenhadas aberturas, enquanto na traseira aparece um dispositivo aerodinâmico escamoteável que integra a tampa da mala. Caracteriza-se ainda por uma parte envidraçada sobre a capota que dá vista sobre as 12 trombetas de admissão deste motor e pelas jantes de 18 polegadas, equipadas com pneus Michelin de 275/40 à frente e 345/35 atrás.
Fruto do encontro entre elevadas tecnologias e tradição automóvel, é também a expressão de um exercício estilístico sobre certa nobreza estética.
A cabine do piloto é cheia de funcionalidades como a conversão comunicante sob a forma de tela táctil ligada a um PC (GPS, leitor MP3...) ou as combinações numéricas.